Projecto activo desde 1 de Janeiro de 2011
Rede Mesh

Com a evolução das redes sem fio, surge uma nova forma e inovadora forma de ligação:
Também conhecida como rede mesh trás vantagens sobre qualquer outra rede como a facilidade de expansão, custo mais baixo de implantação e fácil adaptação a locais de acesso difícil o que faz do seu conceito uma promessa de tecnologia sem limites físicos. A rede mesh já é realidade bem sólida no continente americano, Espanha, Alemanha e restante norte da Europa assim como também no Brasil. Uma das características interessantes da rede mesh é a sua facilidade de expansão. Como a rede é composta por nós (roteadores) que comunicam entre si, toda vez que um novo nó (roteador) é colocado na rede, a mesma se expande e assim sucessivamente a cada nó instalado.
Nas redes mesh, os nós, utilizam padrões como o IEEE 802.11s, formando uma rede em malha sem fio com transmissão em saltos múltiplos . Por ser uma rede de baixo custo e de fácil implantação, é considerada uma solução ao problema de popularização do acesso à Internet. Pode ser utilizada em hospitais, campus universitários, e em alguns locais já existem as chamadas "cidades digitais", onde projectos de rede mesh beneficiam toda uma população. Em regiões onde o relevo é acentuado e portanto o acesso à rede seria mais complicado, projectos de rede em malha sem fio estão utilizando energia solar para fornecer acesso à Internet em lugares onde uma infraestrutura pode cabos não seria possível.
Rede em malha
A rede em malha sem fio é uma rede dinâmica onde seus nós comunicam entre si através do padrão IEEE 802.11 em modo ad-hoc, sendo auto configuráveis. Os pacotes são repassados ao destino através de múltiplos saltos entre os nós. Por ausência de cabeamento entre os pontos de acesso, essa rede torna-se mais económica e de fácil implantação, reduzindo assim os custos em administração e manutenção. Os protocolos da rede mesh determinam a melhor rota automaticamente, podendo ser reconfigurados dinamicamente se um nó se torna inutilizável. Nas redes tradicionais, é necessário uma infraestrutura prévia onde pontos de acesso são definidos e onde as mensagens passam antes de chegar ao seu destino final requerendo manutenção constante e a cada alteração de roteamento na rede.
Nas redes mesh ou redes ad-hoc, isso não acontece, pois não são necessário pontos de acesso tradicionais pois cada cliente comunica entre si tendo a função de roteador dentro da rede, dessa forma, a rede possui maior mobilidade podendo expandir-se sem a necessidade de reconfiguração manual. Por ser uma rede onde constantes mudanças podem ocorrer, o roteamento de pacotes pode implicar em alguma dificuldade na questão de cálculo, por ser uma rede de alta mobilidade.
As redes mesh possuem dois tipos de nós: os roteadores mesh e os clientes mesh. Os clientes mesh por não possuírem funções de bridge e gateway em sua configuração, são mais simples de configurar que os roteadores da mesh. Os roteadores da mesh formam o backbone da rede, onde contém as funções de roteamento, com mínima mobilidade, possuem diversos enlaces com outros nós, roteadores e clientes. Por funcionarem como gateways e bridges, possibilitam a ligação com outras redes.
Sobre a rede em malha
Por ser dinâmica e com alta mobilidade, as redes em malha sem fio, em questão de protocolos de roteamento, estão em constantes pesquisas para o desenvolvimento de protocolos que atenda essa topologia. As soluções hoje utilizadas são os protocolos de roteamento unicast e multicast. O protocolo de roteamento unicast é a transmissão mais comum, ponto a ponto, ou seja, um pacote do nó de origem terá somente um destino. Já no multicast, o pacote do nó de origem é transmitido a um grupo de nós destino.
Funcionamento
A arquitectura mesh possui uma particularidade onde cada nó ou cada cliente efectua o roteamento na rede. É uma arquitectura bem difundida com batman-adv sem causar redundância sendo mais confiável, porém, na questão de roteamento que outros protocolos de roteamento populares.